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sexta-feira, novembro 28, 2003


Oitavos de Final

Já lá estamos depois duma vitória por 2-1 ao Partizan. O F.C. do Porto apenas teve de jogar a 50% para levar de vencida a equipa sérvia. Já estamos entre os 16 finalistas. Resta agora o jogo contra o Real e depois esperarmos o sorteio para ver que equipa é que nos calha na sorte. Benny voltou aos golos mostrando a toda a gente que quem sabe nunca esquece.
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domingo, novembro 23, 2003


Mais uma vitória


A equipa do F.C. do Porto que defrontou o Boavista teve várias surpresas: o guarda-redes Nuno, Mário Silva e o avançado Hugo Almeida. O F.C. Porto iniciou o jogo em 4-4-2. O losângulo no meio campo era composto por Maniche, Pedro Mendes, Ricardo Fernandes e Deco. Lá na frente ficavam Derlei e H. Almeida. A defesa era composta por Paulo Ferreira, Jorge Costa, Ricardo Carvalho e Mário Silva. A primeira parte do jogo foi mal jogada. Ao intervalo Mourinho substitui o desinspirado Ricardo Fernandes por Costinha. Maniche passa a descair para a esquerda do losângulo, anteriormente ocupado pelo R. Fernandes. A equipa jogou muito melhor na segunda parte onde podia ter chegado a golear o Boavista, tal o número de oportunidade que conseguiu criar. Vitória mais que merecida.

Nota: os comentadores televisivos são fantásticos!!! William entra de pés juntos sobre H. Almeida, obrigando-o a receber assistência médica. Para o comentador da TVI não é falta. Lembro apenas que mesmo que William não tivesse tocado no Hugo Almeida a verdade é que tinha que ser marcada falta por ser uma entrada perigosa, ou seja, é jogo perigoso. Não se pode disputar uma bola daquela forma pois pode-se lesionar um jogador de forma bastante grave. Mas se o árbitro esteve bem a assinalar falta, a verdade é que William deveria ter sido expulso pois aquela era uma jogada clara de possível golo.


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terça-feira, novembro 18, 2003


Estádio do Dragão


Na minha opinião o estádio do Dragão é o mais bonito de todos, para além de ser tecnologicamente o mais avançado. A diferença entre o estádio da Luz e o estádio do Dragão é que o primeiro é de uma imponência agressiva. É uma construção que não respira, chega mesmo a ser exagerado na sua ânsia de impressionar (veja-se, por exemplo, as cadeiras do banco de suplentes). Já o estádio do Dragão impressiona pela sua leveza e pelas suas linhas discretas. No Dragão não há uma tentativa de esmagar mas antes de, através duma sábia conjugação de linhas, seduzir. A sua cobertura é a cereja em cima do bolo dum estádio desenhado pelo grande arquitecto Manuel Salgado. Neste sentido pode dizer-se que o estádio do Dragão é uma obra de arte. Aliás, o estádio tem no seu interior várias obras de arte, como, por exemplo, o painel de azulejos do mestre Júlio Resende. São nestes pormenores que se vêm as diferenças entre o estádio do Dragão e todos os outros. Além disto tudo o estádio distingue-se por ser um estádio amigo do ambiente por causa da utilização eficiente da energia.


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sábado, novembro 15, 2003

Belo Porto

Vale a pena espreitar a oitava maravilha, postada pelo desterrado Aníbal... Manuel Salgado caprichou. O estádio é lindíssimo. Espero que a relva se aguente.
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quinta-feira, novembro 13, 2003

Contagem decrescente

Faltam três dias. Já estou em contagem decrescente para a inauguração do Estádio do Dragão. O meu coração portista não resiste e é quase certo que chorarei baba e ranho perante tanto azul. Dispensava, no entanto, a magia de Luís de Matos. Bastava-me o encantamento de Deco, a firmeza de Baía, a ferocidade de Jorge Costa, a determinação de Maniche, a objectividade de Aleni, a impertinência de Derlei, a oportunidade de Costinha, a segurança de Ricardo Carvalho, a atenção de Paulo, a energia de Nuno e o renascimento de Benni...
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terça-feira, novembro 11, 2003

Fez-se justiça

Não é piada portuense. O F.C. Porto e a memória de Viena vão baptizar dois novos arruamentos, desenhados pelo Plano de Pormenor das Antas, na cidade Invicta. A Comissão de Toponímia da Câmara Municipal do Porto sugeriu e o Executivo, liderado por Rui Rio, acolheu a proposta por unanimidade. Assim, ao fundo da Alameda das Antas, ficará a Via Futebol Clube do Porto bem perto do novo Estádio do Dragão. A Rua dos Campeões Europeus, imortalizando a vitória portista com os golos de Madjer e de Juary, surge na artéria que principia junto ao nó do Mercado Abastecedor na Via de Cintura Interna. Um dos arruamentos terá, também, o nome do antigo presidente do F.C. Porto, José Monteiro da Costa. Este reconhecimento da cidade ao clube é mais do que merecido por ser o principal actor na divulgação da Invicta no estrangeiro.
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Deco

Deco encontra-se entre os 50 nomeados pela "France Football" para a conquista da bota de ouro, ou seja, de melhor jogador do mundo. É bom saber que o Porto e os seus jogadores são cada vez mais reconhecidos internacionalmente. O jornal "A Bola" deve estar tristíssimo, afinal o "SuperRui", como eles titularam depois da vitória do AC Milan frente ao F.C. do Porto, não está nesta lista. Força "SuperDeco".
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segunda-feira, novembro 10, 2003


Moreirense - 1 F.C. Porto - 1

Considero que o F.C. do Porto fez uma primeira parte muito boa, exeptuando a falha de marcação que originou o golo do Moreirense. No entanto, creio que a nossa equipa fez um jogo atípico na segunda metade do jogo onde recorreu demasiadas vezes ao chuveirinho e não teve a paciência de jogar a bola rente ao relvado, como é normal que aconteça. Daí a explicação para o facto do Deco e o Aleni não terem desempenhado um papel mais importante no desenrolar do jogo. Um empate fora de casa não é um drama, como disse Mourinho. É bom sinal, acrescento eu, que estranhemos qualquer outro resultado que não a vitória. É consequência de estarmos habituados a vencer.
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quinta-feira, novembro 06, 2003


Baú de Memórias III

O golo de calcanhar de Madjer, claro, seguido do golo de Juary (após excelente trabalho de Madjer pelo lado esquerdo). Os dois golos que tornaram o F.C. do Porto campeão europeu em 1987. Lembram-se, nesse mesmo jogo, duma arrancada brilhante do Futre pelo lado direito que só não deu golo por azar? E do João Pinto agarrado à taça? Não a dava a ninguém. Agora que saiu em DVD a vitória do Porto para a taça UEFA era igualmente uma boa oportunidade lançar em DVD a final de Viena. Não acham? Eu comprava de imediato.

P.S - há alguém que tenha assistido em Viena ao jogo ou que conheça alguém que lá esteve? Gostava de ouvir um relato dessa experiência.
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terça-feira, novembro 04, 2003


A um passo dos oitavos de final


Foi uma vitória de muito sacrifício aquela que o F.C. do Porto conseguiu hoje perante o Marselha. Os jogadores demonstraram um grande sentido de colectivo, ou seja, têm uma ideia de equipa que é sempre mais importante do que qualquer noção individualista. É daqui que vem a força do F.C. do Porto. Acredito igualmente que poderiamos não ter sofrido tanto se a equipa continuasse a jogar na segunda parte como jogou a primeira, ou seja, bem adiantada no terreno. Fomos demasiadamente passivos na segunda parte (o nível de exigência do adepto portista é elevadíssimo... eh eh). Com estes três pontos estamos a um passo dos oitavos de final faltando vencer o Partizan nas Antas.

P.S. - o golo é de Aleni, quando o Benni toca na bola ela já se encontra para lá da linha final.
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segunda-feira, novembro 03, 2003


8 pontos numa jornada

Com a vitória frente ao Nacional da Madeira o F.C. do Porto conquistou mais três pontos preciosos para a revalidação do título. Revalidação que ficou mais perto ainda depois desta jornada a equipa azul e branca ter beneficiado do empate do Sporting frente ao Rio Ave e da derrota do Benfica, na inauguração em termos de jogos oficiais do novo estádio da Luz, contra o Beira-Mar. Ou seja, a vitória portista rendeu três pontos, a estes juntamos os dois pontos perdidos pelo Sporting e os três pelo Benfica o que dá um total de 8 pontos. 8 pontos preciosos rumo ao bi-campeonato.
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sábado, novembro 01, 2003


Erro de Deco

Por manifesta preguiça ainda não escrevi sobre o Deco n' O Portista. Mais vale tarde do que nunca. Vale a pena recordar um jogo sempre difícil e marcado pela violência, como é habitual nos confrontos com os boavisteiros (não tenho esperança num bom jogo no embate para a Taça de Portugal. O Boavista só sabe jogar com dureza. Só se renascer a equipa bem mais leal que jogou na Taça Uefa na época transacta). O lance da expulsão do Deco é ridículo, quando visto à luz de entradas violentíssimas (e não viris, como são muitas vezes classificadas) que sobraram na partida. No entanto, esta situação não desculpa o comportamento de um jogador de excelência, decisivo e de enorme criatividade. As imagens mostram que o portista não quis agredir o árbitro. Atirou a bota numa atitude infantil e impulsiva. Não pode agir desta forma. Há que manter a calma sobretudo perante decisões injustas. É que Deco fica sem a chuteira, porque sofre falta. Não foi invadido pela vontade de jogar apenas com peúgas. Deco sofre falta. Paulo Paraty não vê e não assinala... Mas, acto contínuo, ergue o cartão amarelo em direcção ao Deco. É evidente que o jogador não pode tocar a bola sem chuteira. Porém, o Deco não esteve meia hora a dar toques na bola. Passou-se tudo em poucos segundos. É tão reprovável o erro de Paraty ao não assinalar a falta e optar por expulsar Deco como o erro do jogador que, numa atitude irreflectida, arremessa a bota para as mãos do árbitro. Os dois erros têm de ser avaliados no momento de penalizar Deco. E é lírico avançar que o jogador ficará afastado quatro anos do relvado. A pena tem que se ajustar ao crime. Por dar um soco no árbitro num Mundial e num lance em que, de facto, merecia a expulsão, João Pinto teve uma pena mais leve. O exemplo só serve para mostrar o exagero e distinguir a gravidade das situações. Na realidade, não houve agressão. Houve infantilidade. Esperemos agora que as imagens televisivas não sirvam apenas para admoestar Deco sem a avaliação de que a atitude surge na sequência de um erro óbvio de Paulo Paraty.
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