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segunda-feira, maio 31, 2004

Quem será?

A grande questão que preocupa actualmente os adeptos portistas é saber quem será o novo treinador dos azuis e brancos. Na impossibilidade de mantermos o melhor de todos - José Mourinho - a direcção terá que apostar muma pessoa igualmente ambiciosa, metódica e com grandes conhecimentos tácticos. Vários são os nomes que aparecem diariamente na imprensa mas no que mais se fala é em Del Neri, o treinador que trouxe o Chievo da segunda divisão italiana para as competições europeias. Seja qual for o treinador escolhido ele terá a oportunidade de colocar no seu curriculum uma supertaça europeia e o título de vencedor da taça intercontinental, o que aumenta bastante o leque de treinadores interessados em orientar a nossa equipa. Vamos esperar para ver sobre quem recairá a escolha.
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quinta-feira, maio 27, 2004

F.C.Porto bem vivo em África

Verdadeiramente fantásticos foram os festejos azuis e brancos nos países africanos de expressão portuguesa. Estive a ver na RTP África as comemorações que aconteceram em Moçambique, Angola, Cabo Verde e São Tomé e Príncipe e fiquei bastante emocionado. Os portistas destes países (quase todos equipados com as mais recentes camisolas do Porto)estavam completamente eufóricos e assim que acabou o jogo "invadiram" as estradas das suas cidades criando verdadeiros engarrafamentos com bastantes buzinadelas de alegria a acompanhar. Espectacular.
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quarta-feira, maio 26, 2004

CAMPEÕES
Depois de uma avaria na ligação à "net", aqui estamos de volta para escrever o post mais feliz de toda a minha vida: O FC Porto é campeão europeu com uma vitória de três golos sem resposta de Carlos Alberto, de Deco e de Aleni frente a um Mónaco lutador. Uma alegria imensa e um sonho - que nunca ousei ambicionar no início desta gloriosa época - concretizado. Parabéns, FC Porto!

PS: AQUELA TAÇA É LINDA!!!...e é NOSSA!!! Foi a valsa de Viena, o bailado de Sevilha e agora o que será em Gelsenkirchen?
PS1: Neste momento, somos a equipa portuguesa com maior número de títulos europeus: duas Taças de Campeões Europeus, uma Taça UEFA, uma Supertaça Europeia e uma Taça Intercontinental.

Festejos







Carla e Pedro
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quinta-feira, maio 20, 2004

A revolução de José Mourinho

A principal mensagem que José Mourinho deixa ao futebol nacional é a de que as equipas nacionais e os jogadores portugueses que nelas jogam podem competir de igual para igual com as grandes potências europeias. Para isto acontecer é necessário, entre outras coisas, uma metodologia de treino correcta, uma disciplina táctica a toda a prova, uma atitude mental forte e competitiva e, finalmente, demonstrar no campo que se tem mais desejo de ganhar do que medo de perder. Creio que tudo isto tem faltado às equipas nacionais de futebol ao longo dos tempos. Caracterizadas como fracas psicologicamente, com pouca apetência para o rigor táctico e nem sempre muito bem preparadas fisicamente, as equipas portuguesas, principalmente Benfica e Sporting, andam normalmente à deriva no meio do futebol europeu. A revolução que José Mourinho trouxe ao F.C. do Porto não pode pois ser desperdiçada e deve servir de ensinamento a todas as outras equipas. Se é verdade que a diferença de orçamentos entre o futebol português e o futebol espanhol, inglês ou italiano é brutal, também não deixa de ser verdade que o talento técnico do jogador português pode ser catapultado para uma dimensão internacional desde que bem orientado. Repare-se que a equipa do F.C. Porto é praticamente constituída por portugueses: Vitor Baía, Paulo Ferreira, Ricardo Carvalho, Jorge Costa, Nuno Valente, Costinha, Maniche, Deco (naturalizado), Pedro Mendes, etc., etc. Alguns destes jogadores estavam encostados em algumas equipas (caso de Maniche), outros jogavam há poucas épocas atrás na segunda divisão (caso de Paulo Ferreira)ou em equipas de menor expressão (Nuno Valente ou Pedro Mendes). Mas Mourinho soube motivá-los, orientá-los da maneira mais correcta e prepará-los mentalmente para uma revolucionária atitude competitiva. Foi com base neste espírito que o F.C. do Porto venceu a final da taça UEFA no ano passado e, este ano, vai disputar a final da Liga dos Campeões. Mesmo aqueles que não gostam de José Mourinho têm que reconhecer que o caminho apontado por ele para o futebol português é o caminho certo.
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quarta-feira, maio 19, 2004

Valência - Marselha

Hoje, a partir das 19.45, começa a final da Taça Uefa relativa à temporada 2003/2004. Vamos pois conhecer quem é que vai suceder ao F.C. do Porto como detentor deste troféu. Espero que o jogo tenha o mesmo nível de espectacularidade que teve o F.C.Porto - Celtic do ano passado.
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terça-feira, maio 18, 2004

Maniche no Euro

Foi feita justiça (pela metade dada a ausência de Baia) com a convocatória de Maniche. Um médio trabalhador e muito completo que, além de recuperar bolas no meio campo, tem uma excelente visão de jogo, faz passes milimétricos e possui um poderoso remate. Scolari diz que quis castigá-lo "como um filho", mas reconheceu-lhe o talento. Só espero que agora seja primeira opção do seleccionador brasileiro e não uma solução de banco como o genial Ricardo Carvalho.
O FC Porto dá seis atletas à selecção: Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira, Nuno Valente, Costinha, Deco e Maniche.

PS: A escolha de Moreira foi uma surpresa, mas justíssima. Perante um Ricardo em má forma e um Quim sofrível, o jovem Moreira deve virar as costas à selecção sub 21 e jogar a titular na baliza senior.
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Começou a venda de bilhetes

Começou a loucura da procura do bilhete para a final da Liga dos Campeões. Milhares de pessoas passaram a noite no Estádio do Dragão na esperança de conseguirem obter o precioso bilhete que garantirá a presença no estádio Auf Schalk, no dia 26 de Maio. Já cheira a final europeia.
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domingo, maio 16, 2004

Não se pode ganhar sempre

No futebol, como na vida, não se pode ganhar sempre. Acho que o Porto jogou bem, enviou várias bolas ao poste e mesmo com 10 jogadores controlou o jogo. Jogamos bem mas falhamos na concretização. C´est la vie. Podiamos ter vencido o jogo.
P.S. - acho que o Nuno podia estar melhor na baliza. Saiu várias vezes da baliza sem qualquer nexo como, por exemplo, no segundo golo.
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sexta-feira, maio 14, 2004

45 mil

A média de espectadores no Dragão desde o dia em que foi inaugurado é de 45 mil pessoas por jogo. É, por isso, a média mais elevada do campeonato nacional.

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quinta-feira, maio 13, 2004

A escolha da Panini

Já está à venda e anda nas mãos da miudagem. A Panini - empresa mítica de colecções autocolantes - lançou a caderneta do Euro 2004 e faz a previsão dos jogadores seleccionados de Scolari. Ao todo, elenca vinte protagonistas com direito a cromo. Destes, quatro vestem azul e branco. Esta é a selecção Panini:
Ricardo
Quim
Fernando Couto
Ricardo Carvalho
Jorge Andrade
Beto
Miguel
Rui Jorge
Paulo Ferreira
Costinha
Hugo Viana
Tiago
Deco
Figo
Rui Costa
Simão
Cristiano Ronaldo
Boa Morte
Nuno Gomes
Pauleta

Será que a Panini vai acertar?
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terça-feira, maio 11, 2004

Consagração portista

E o melhor jogador absoluto da Superliga é... Ricardo Carvalho. É a consagração do portista nos troféus Público/RTP, que, este ano, distingue justamente o defesa central. José Mourinho também arrecadará o prémio de melhor treinador com o voto unânime dos jornalistas da secção de Desporto do jornal Público e Benni - com uma excelente exibição no último jogo da Superliga no Dragão - é reconhecido com o melhor marcador.

PS: Vale a pena espreitar ainda a entrevista ao melhor defesa central português...
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sexta-feira, maio 07, 2004

A lição táctica de Mourinho

O jogo do F.C. do Porto na Corunha aproximou-se bastante da perfeição. Paulo Ferreira e Nuno Valente trataram de secar as subidas dos extremos Luque e Victor, respectivamente. Sem os seus municiadores, Pandiani ficou sozinho no ataque, perdido no meio de Jorge Costa e do Ricardo Carvalho. Por sua vez, Valerón, o criativo centrocampista do Corunha, foi completamente anulado por Costinha. Com o seu ataque anulado pela estratégia montada por Mourinho, o Deportivo passou a ver jogar o Porto. A equipa azul e branca cedo demonstrou que quem mandava no jogo era ela. Como é normal na equipa de Mourinho, o Porto subia em bloco. Se Deco tinha a bola, Maniche desmarcava-se por um lado, Carlos Alberto por outro e Derlei oferecia uma terceira opção de passe. Este tipo de jogo (formado por triângulos que se criavam conforme o local onde estivesse a bola e do jogador que a transportava) baralhava o sistema defensivo do clube galego. O Porto não tinha um avançado fixo na frente. Ao invés, apostava na mobilidade de Derlei que esteve sempre disponível, como é normal nele, para recuar até ao meio campo e transportar a bola para a frente ou trocá-la com os seus companheiros em progressão apoiada. Mourinho ganhou a Irureta pois este futebol apresentado pelo F.C. Porto é muito imaginativo. Enquanto isso, o sistema táctico do Corunha é muito rígido. No clube galego cada jogador tem uma posição extremamente fixa. Luque estava sempre encostado à linha esquerda e Victor à direita. A equipa do Porto, no entanto, não sustenta o seu jogo em posições rígidas. Quem observa atentamente a forma como o Porto de Mourinho joga cedo perceberá que o Deco, por exemplo, descai tanto para a linha esquerda como para a direita. Carlos Alberto é outro todo o terreno. Derlei, não estando fixo na frente, ora está na esquerda, ora ao centro, ora à direita. Muitas vezes vai mesmo ao meio campo pegar na bola. Enfim, a vitória do Porto sobre o Corunha foi também a vitória da imaginação sobre o cizentismo táctico.
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Sonho

Já só penso no Jorge Costa a levantar a taça dos campeões europeus.
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Miguel Sousa Tavares

Excertos retirados da coluna de opinião de M.S.T. da sua coluna de opinião no Público de hoje:

Acerca do F.C. do Porto enquanto marca de exportação:

"Uma dessas empresas que escapam à mediocridade geral e ao queixume permanente como forma de vida e de justificação da mediocridade própria chama-se FC Porto e é uma ilha de qualidade em Portugal. Eu sei que tudo o que diga sobre o FC Porto é levado à conta de "facciosismo doentio". Mas vamos a factos: alguém conhece muitos mais exemplos de sucesso, aqui e além-fronteiras, semelhante a este? Alguém conhece muitas empresas portuguesas capazes de se bater em todo o mercado europeu com concorrentes infinitamente mais ricos e poderosos e vencê-los? Alguém conhece muitos produtos que, nas últimas décadas, tenham feito conhecer tanto lá fora o nome de Portugal como a marca FC Porto?"

Acerca de José Mourinho:

"Também ele é um caso excepcional de profissionalismo entre nós: preparou-se para triunfar, estudou e estagiou quando tinha de o fazer, triunfou em Portugal e logo se preparou para levantar voo para onde os horizontes sejam mais largos ou o desafio ainda mais estimulante. Pouco habituados a ver tal coisa, os medíocres chamaram-lhe ambicioso, como se isso fosse um defeito. Chegou, viu e venceu e hoje tem a Europa a seus pés."

Acerca da inveja portuguesa:

"Ora, este clube, que é hoje, como o foi o Benfica dos anos 60, um dos raros motivos de orgulho e de afirmação de Portugal no mundo, é odiado por toda a concorrência interna e desprezado por 60 por cento a 70 por cento dos portugueses. Porque não conseguem imitá-lo, não conseguem vencê-lo, não conseguem que os factos e os resultados confirmem as suas constantes calúnias sobre ele, e, no fim, não conseguem evitar uma inveja que é verdadeiramente característica dos portugueses. E, quanto mais assim reagem, mais asneiras e precipitações cometem e mais o FC Porto vai acumulando vitórias (e não apenas no futebol, mas em todas as modalidades profissionais) e mais se vai afastando para outra galáxia onde não chegam as vozes de burro."
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quinta-feira, maio 06, 2004

O que eles dizem... Parte IV

Marca
"No hay peor cuña que la de la misma madera. Depor y Oporto disputaron una eliminatoria netamente táctica que se decantó del lado luso por juego, por ocasiones y por fe. El conjunto de Irureta ha tropezado cuando menos se esperaba tras su exhibición ante el Milan, pero en su defensa cabe decir que enfrente tuvo a un 'Miura' que aunque adolece de pegada vive de las mismas virtudes que los coruñeses.
El once de Mourinho disputa cada partido, cada pelota, como si le fuera en ello la vida. Su defensa es rápida y contundente, sin concesiones, mientras que su medular devora kilómetros sin dar un respiro al contrario. Hombres como Maniche y Costinha podrían disputar el maratón de los Juegos de Atenas con garantías, pero además son buenos futbolistas.
Si a todo ello unimos la calidad de Deco y Carlos Alberto y el oportunismo de Derlei, ya tienen ustedes armado a un posible campeón de Europa. Se dirá que su fútbol no tiene la plasticidad de otros, que reparten leña hasta el límite del reglamento, pero quien le niegue su mérito, su dominio del juego, es que no ve más allá de las diabluras de Zidane o las arrancadas de Henry. Tras las tablas de la ida, se esperaba a un Depor más agresivo, pero el temple portugués se encargó pronto de acabar con cualquier 'alegría' táctica de los coruñeses. Vayan un par de apuntes por delante: el primer disparo a puerta del Depor fue el minuto 36 y el primer córner, en el 62, tres después del tanto de Derlei."

AS
"Un Deportiviño tímido confundía a una atemorizada grada. El primer cuarto de hora arrojó un protagonista inesperado, Maniche, incordiante, pero tibio en el remate. El Oporto corría mucho y el balón poco. El planteamiento mordido y anestésico ideado por Mourinho hacía sudar a Javier Irureta. Era sudor frío. A la media hora, la euforia se tornaba en preocupación. Valerón cardeñoseó a la salida de un córner ante un balón llovido a la espalda de la zaga portista. El canario evidenció la candidez coruñesa, pero ese capítulo aceleró el paso local. Víctor, Valerón, Luque y Sergio arrastraban pesados cepos sembrados por todo el campo por el Oporto".

El Mundo Deportivo
"El Depor se queda a un paso de la final al perder el único partido en casa que no debía. Decepción. Esa es la palabra que define lo que sentía el deportivismo tras el partido de ayer. Tan cerca estaba la soñada y ansiada final de la Champions League que no poder jugarla es como tener las llaves de un palacio y no poder entrar en él. Un palacio que el Deportivo había construido con los mejores materiales, pero que al final será el Oporto el que morará en él. El Oporto saltó desde Riazor a la final de la Champions de la única forma posible: con una victoria por la mínima y de penalti. El fin del sueño del Deportivo se consumó en el minuto 59 por una entrada ingenua y a destiempo de César sobre Deco que el discutido Collina sancionó como pena máxima. Molina se estiró con reflejos e intuición pero no pudo neutralizar el colocadísimo lanzamiento de Derlei, que abrió las puertas del cielo al campeón portugués.
La eliminatoria quedó sentenciada desde ese mismo instante porque si difícil parecía la tarea de marcar un gol a Vítor Baía, el reto de hacerle dos resultaba casi una proeza para un Depor que no le encontró nunca el ritmo al partido ni la fórmula para jugarle a un Oporto que todos temían como un visitante durísimo. El equipo de Mourinho hizo el partido esperado. Férrea defensa, una fortísima presión, marcaje implacable de Costinha sobre Valerón y un Deco omnipresente, que no sólo fue el líder y gran referente del equipo sino un estilete y una auténtica pesadilla para la defensa gallega".

La Gazzetta dello Sport
"Il Porto è la prima squadra finalista della Champions League. I lusitani si sono qualificati vincendo per 1-0 in casa del Deportivo (andata 0-0). Il gol vittoria è stato realizzato su rigore (fallo di Cesar su Deco) da Derlei al 15' del secondo tempo.
Alla ripresa delle ostilità le due formazioni non invertono soltanto il campo. Il Porto, infatti, aggredisce subito l'avversario prendendo in mano le redini dell'incontro. La difesa locale inizia a sbandare e solo il palo salva Molina dalla capitolazione sul colpo di testa di Derlei. Ma il gol dei portoghesi è solo rimandato: al 15' Deco s'incunea in area di rigore e Cesar non trova di meglio che stenderlo nonostante il giocatore sia in posizione defilata e non certo pericolosa. Collina non ha dubbi e assegna il penalty: Derlei realizza con un preciso destro rasoterra che manda in estasi i 4000 supporter lusitani."

Sky Sports
"After a 0-0 first leg in Oporto, Brazilian striker Derlei's penalty on the hour mark ended the Galician club's dreams of making their first European final, with Depor defender Nourredine Naybet being sent off for two bookable offences. Despite that miss, the Portuguese champions' threat on the break was causing Depor problems and it soon paid off for the visitors just before the hour mark. Deco drew La Coruna defender Cesar into making a late challenge on the edge of the box and Collina had no hesitation in giving the penalty to Porto. Derlei stepped up to slot home his spot kick left-footed past Molina for 1-0, with the keeper just unable to reach the shot after guessing the right way."

UEFA
"A second-half penalty from fit-again striker Derlei was enough to secure FC Porto a place in the UEFA Champions League final at the expense of ten-man RC Deportivo La Coruña. Porto coach José Mourinho reinstated the free-scoring striker and his gamble paid off as the Brazilian, making his first European appearance since December, scored a second-half spot-kick. The 28-year-old's goal rewarded the Portuguese champions for intelligent defending and incessant pressure which proved too much for the home side, who had Nourredine Naybet sent off for two bookings.
Tension dominated the early development of the game and it soon became clear that Mourinho's team had come to La Coruna with the intention of stretching their Iberian neighbours' nerve - and above all closing down Juan Carlos Valerón. Costinha was given the job of policing Valerón and it was significant that Deportivo's playmaker did not make a meaningful contribution until almost half an hour had passed. Porto were playing their normal high-tempo, pressing game and Deportivo found that experience suffocating. In the 14th minute, Derlei began a mazy run which ended in Maniche's shot skidding threateningly close to José Molina's right-hand post. The nerves were gnawing away at the home side and the UEFA Cup holders were achieving their objectives."

Sport
"El Oporto ganó en Riazor y dejó al Deportivo a las puertas de la final.
Mourinho le ganó a Jabo y el Oporto se merendó como quiso a un Depor que, triste es reconocerlo, fue eliminado justamente. Llegó el Depor a semifinales con todos los honores y se despidió de Europa con toda la tristeza. Barrido en Riazor por el Oporto, el Deportivo cayó sin remisión. Con honor, sí, pero sin posibilidad ni de lamentar su suerte.
Dijo José Mourinho en la previa que había estudiado todas las variaciones del Depor y, vistos los primeros diez minutos, se comprobó que no mintió. El Oporto, desesperadamente lento con el balón y frenando el ritmo tanto como quiso, desencajó al Deportivo, que apenas nunca encontró una simple fisura en el equipo rival.
Y es que el equipo luso, que acabó la primera mitad con un dominio del balón superior al sesenta por ciento, se transformaba cuando no tenía el cuero y presionaba a los jugadores locales hasta la extenuación. Borrado Valerón y desaparecido Sergio, Luque apenas si podía dar señales de vida, Víctor se desesperaba ante Nuno Valente y Pandiani era una isla en medio del océano defensivo luso.
Ni un solo disparo entre los tres palos lanzó el Depor en todo el partido. Uno que salió rozando el larguero de Pandiani había sido anulado por fuera de juego y una ocasión de oro de Valerón, a los 35 minutos, se fue lastimosamente fuera cuando Baía se veía ya fusilado sin remisión. Fue lo único destacable de un triste Depor en el primer acto. ¿Y el Oporto? A la suya. No estiró más de lo necesario y si ya había sorprendido dejando fuera del once a McCarthy, no se descentró más que en un par o tres de minutos, entre el 35 y el 38. La primera mitad había sido claramente suya.
En la continuación se acabó el sueño. Avisó el Oporto en el primer minuto con un remate al palo de Derlei y poco después César evitó que el propio brasileño marcase. Los de Mourinho ya eran los dueños absolutos del partido; el Depor se empequeñecía a pasos agigantados y la eliminatoria se decantaba cada vez más descaradamente del bando portugués.
Llegó el penalty, claro, de César a Deco y aquello fue el inicio del fin.
Ni con Valerón, ni con Tristán, ni con Fran, ni con todas las ‘meigas’ empujando pudo el equipo de Irureta acorralar, ni tan sólo asustar, a un Oporto que pudo no gustar pero, sin duda, hizo un planteamiento y un trabajo simplemente espectacular y que mereció, desde el primer y hasta el último minuto, el premio de la clasificación.
Cayó con honor el Deportivo, lo intentó pero se vio superado de principio a fin por un rival superior en todos los órdenes. Mourinho ganó la batalla y a Riazor sólo le quedó, que lo hizo con deportividad exquisita, felicitar al ganador. Y es que, con toda la tristeza, el Super Depor, dobló la rodilla ante un equipo superior."

L'Équipe
"Après le match nul obtenu à domicile à l'aller (0-0), le FC Porto a parfaitement joué le coup au Riazor face au Deportivo La Corogne (1-0, but sur penalty de Derlei), et a décroché sa qualification pour la finale du 26 mai. La rencontre a débuté comme lors du match aller, sur un faux rythme, les deux équipes semblant crispées par l'enjeu.
Ce n'est qu'en deuxième mi-temps que le niveau du jeu a augmenté. Porto s'est offert la première grosse occasion du match en touchant le montant (47e) par Derlei sur un centre de Deco. Trois minutes plus tard, Pedro Mendes lançait Derlei, mais Cesar s'interposait au moment où le Brésilien armait son tir.
Deco s'est fait stopper irrégulièrement par Cesar dans la surface. Monsieur Collina n'a alors pas hésité et le penalty a été transformé par Derlei, malgré un bon plongeon de Molina (59e). A une demi-heure du terme, La Corogne a donc mis toutes ses forces dans la bataille. Un peu tard toutefois pour espérer bouger des Portugais bien en place."

BBC
"Derlei Silva's second-half penalty sent Porto into the Champions League final at the expense of Deportivo. The Brazilian had earlier hit the post with a diving header, a chance that had been created by the inspirational Deco. It was the dimunitive midfielder who won the penalty, tempting Deportivo defender Cesar into a rash challenge.
Jose Mourinho's side defended superbly, breaking up most of Deportivo's attacks before they reached the final third and through Deco's vision the Portuguese champions were always quick to utilise the ball well when they gained possession. Porto quickly settled to the pace of the pitch - sodden by heavy rain - and their own quick passing game."
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quarta-feira, maio 05, 2004

Absolutamente fantástico

Que ninguém duvide. Esta equipa e este treinador ficarão para sempre não só na história do futebol nacional como também na história do futebol europeu. Duas finais europeias em dois anos consecutivos é absolutamente fantástico. Repararam como o F.C. Porto controlou totalmente o jogo no Riazor? Não demos qualquer hipótese ao Corunha. Arrasamos totalmente.
Mais tarde falarei de forma mais alongada sobre esta meia final. Esta passagem à final é uma grande alegria.
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terça-feira, maio 04, 2004

Até Gelsenkirchen

A estatística sorriu ao FC Porto com o golo precioso do regressado Derlei (que saudades!). Valeu a pena acreditar! Dezassete anos depois, os portistas regressam à final da Liga dos Campeões e o sonho, que não ousávamos ambicionar no início da época, foi alcançado. Allez, Porto, até Gelsenkirchen!!!

Derlei







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