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quarta-feira, setembro 29, 2004

Conclusão do dia de hoje

Ainda estamos muito longe de poder defrontar uma equipa orientada por José Mourinho. Mas vamos melhorar.Força F.C. Porto.

P.S. - Pepe não tem lugar na equipa. Pedro Emanuel titular já.

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domingo, setembro 26, 2004

Entrar nos eixos

Ontem já gostei. O FC Porto mostrou raça e atitude que não se esfumaram ao fim de 45 minutos. Quase 90 minutos de alta intensidade e com trocas de bola interessantes - especialmente o jovem Diego. A combinação entre os jogadores está mais próxima do desejado com o domínio de jogo a pertencer à equipa portista. Houve momentos em que o Guimarães foi asfixiado dentro da sua área. O resultado - cheguei a acreditar que o FC Porto somaria mais um empate - peca por escasso. Excluindo eventuais erros de arbitragem na anulação do primeiro lance para golo, os jogadores foram perdulários. Muitos ataques e remates à baliza (as estatísticas apontam para 40 ataques e 26 remates) para apenas um golo válido. Diego evidencia capacidades para ser o maestro do jogo portista, Quaresma e Derlei (sobretudo na primeira parte) estiveram mais influentes, Maniche e Costinha mostraram mais raça. Gostei, também, da vontade de Bosingwa, apesar das suas evidentes deficiências têcnicas. Correu, lutou e conquistou lances importantes. O canto, que dá origem ao terceiro golo, resulta da sua vontade. Já Pepe não parece estar preparado para agarrar a titularidade, comentendo erros infantis e perigosos. Por isso, o FC Porto está longe de conquistar a solidez defensiva desejada.

PS: Uma última nota para a arbitragem. Talvez o cartão vermelho a Postiga tenha sido excessivo, embora eu considere que os jogadores não podem insultar os árbitros. Aceito a decisão. Mas se Duarte Gomes sentiu a sua moralidade ferida pelo insulto, não cuidou que os jogadores não saíssem feridos do estádio vimaranense. Foi muito permissivo com as faltas duríssimas de Rui Ferreira - que só viu o cartão amarelo aos 44 minutos depois de várias entradas fora da lei sobre Diego - de Paulo Turra e de Marco Ferreira. Só por sorte Diego não se lesionou ontem à noite em Guimarães.

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sábado, setembro 25, 2004

Manter a confiança

O FC Porto está a jogar mal. Fisicamente, a equipa ainda não consegue jogar, com intensidade, os 90 minutos da partida. Denota-se, também, uma falta de entendimento entre os jogadores, o que é habitual num conjunto que tem imensos jogadores novos e jovens. Mas acredito no potencial da equipa e do treinador. Sempre disse que os erros da direcção portista na preparação desta época - que se adivinhava complicada com a saída de José Mourinho e o peso de um passado de êxitos - custariam muito caro ao clube e os resultados estão à vista. Nada se alcança sem tempo ou sem trabalho. Penso que Victor Fernández faz uma apreciação perfeita da situação: "A leitura que faço é que somos uma equipa diferente e que partiu do zero por muitas razões. Saíram jogadores e outros não estão nas melhores condições. Não houve tempo para que os reforços se integrassem totalmente no plantel. Temos bons jogadores, mas que não estão ainda no melhor momento e há que dar tempo. O que precisamos agora é que este tempo não se prolongue excessivamente". Espero que a pressão jornalística, que lembra a cada passo as estatísticas, não resulte em mais um factor negativo (a somar à falta de pré-época, ao excesso de lesões, à fraca condição física de alguns jogadores) para a equipa pouco preparada, neste momento, para a competição. Há que consolidar o conjunto.

PS: "Parece que em três jornadas tudo está decidido. Nunca vi, em lugar nenhum do mundo, uma equipa ganhar um campeonato em quatro jornadas e creio que isso também não acontece em Portugal. Há ainda muito caminho para percorrer, não só para o F.C. Porto, mas para todos". Mais uma afirmação acertada do treinador. É natural o espanto de Fernández. Já estamos habituados que o Benfica seja o campeão da pré-época e, também, não é a primeira vez que os encarnados ganham três jogos seguidos no arranque do campeonato. É certo que têm um bom treinador - que teve a inteligência de recorrer a uma equipa mediana, sem reforços, que já está rotinada -, mas as exibições não enchem o olho. Deixo uma previsão: vamos ver como sobreviverá este Benfica à pressão da primeira derrota...

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quinta-feira, setembro 23, 2004

Always look on the bright side of life

Temos que ver as coisas pelo lado positivo. O que o F.C. Porto está a fazer é a dar avanço aos adversários para depois apanhá-los. Senão é sempre a mesma coisa... Há que variar. Estão todos convidados a cantar:

Some things in life are bad
They can really make you mad
Other things just make you swear and curse.
When you're chewing on life's gristle
Don't grumble, give a whistle
And this'll help things turn out for the best...
And...always look on the bright side of life...
Always look on the light side of life...

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domingo, setembro 19, 2004

Changing rooms

O F.C. Porto anda à procura de si mesmo, ou seja, está numa fase de mudanças. Nos dois últimos anos venceu praticamente tudo o que havia para vencer. O sucesso alcançado foi enorme, com uma taça UEFA e uma Liga dos Campeões em dois anos consecutivos. A saída dum treinador fora de série como José Mourinho e de jogadores chaves (Deco, Ricardo Carvalho, Paulo Ferreira) deixou a equipa sem os habituais pontos de referência por onde costumava guiar-se. Assim, é preciso criar novos caminhos por onde a equipa possa voltar a desenvolver o seu futebol. A entrada dum novo treinador e de novos jogadores (Quaresma, Diego, Luís Fabiano, Seitaridis, Pepe, Hugo Leal, Areias, Postiga, Raúl Meireles) significa pois que o F.C. do Porto está numa época de transição entre uma estrutura anterior que lhe valeu imensas vitórias e uma nova estrutura que, todos esperamos, comece a funcionar no seu pleno o quanto antes possível. O jogo contra o Estoril é um exemplo disto, no que ele teve de indefinição de processos, de falta de padronização de jogo e de rotinas. Actualmente ainda não existe um circuito preferêncial de circulação de bola o que impede que os jogadores azuis e brancos saibam de antemão onde se colocar quando determinado companheiro tem a bola. E o que tem a bola no seu poder olha para as opções de passe e muitas vezes não as encontra. De Victor Fernández espera-se agora que seja capaz de criar um padrão de jogo por onde as peças possam evoluir duma forma coerente. Pede-se, portanto, que a equipa comece a basear mais o seu jogo na base da rotina do que na do improviso inconsequente. Dito de outra forma, o improviso só pode aparecer se coerentemente integrado num sistema padronizado. É esta a receita que tem feito do F.C. do Porto a melhor equipa de futebol portuguesa e que nos tem distinguido de forma tão clara dos nossos adversários directos.

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sexta-feira, setembro 17, 2004

Será que amanhã é dia de Derlei?...

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quinta-feira, setembro 16, 2004

Belas noites de futebol

Definitivamente acabou-se o jejum de Verão. O futebol voltou com força. Apesar do empate do FC Porto, o regresso da Liga dos Campeões é um triunfo para qualquer amante de bom futebol (basta lembrar o golo fantástico de Nedved), com o bonús de estarem cinco equipas nacionais na Taça UEFA. Três noites de futebol por semana minimizam a dor da espera pelo fim-de-semana futebolístico de consumo interno. Se a Sport TV não tivesse errado o alvo, os espectadores poderiam ter vivido a emoção do Lyon - Manchester United em directo, em vez de bocejar perante a ineficácia de um Real Madrid sem brilho.

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quarta-feira, setembro 15, 2004

Ineficácia

A estreia do FC Porto na Liga dos Campeões deixa o sabor amargo a pouco. O plantel revela imensa qualidade em potência, mas está claramente obrigado a jogar a sério quando devia estar ainda a disputar jogos amigáveis. Em todas as partidas disputadas até agora, tenho a clara percepção de que o erro da contratação de Del Neri custará muito caro ao clube. Uma das heranças de José Mourinho é a lição (infelizmente ignorada num tiro de azar sobre um treinador italiano completamente desasjustado da realidade portista) de que um treinador de qualidade é mais importante do que um jogador de sonho. Victor Fernandez não tem tempo e os jogadores são obrigados a competir com mais coração e vontade do que organização. A equipa mostrou melhorias em relação ao jogo frente ao Braga, mas ficou a ideia de que mais tempo de trabalho podia ter valido uma vitória face à previsível equipa do CSKA Moscovo.
A jogar em casa, o FC Porto dominou, desperdiçou (e o desperdício de golos feitos pagam-se caro na Liga do Campeões, onde as oportunidades escasseiam), mas não houve conjunto. Muitos passos falhados e falta de ligação entre os jogadores que ainda não adivinham as movimentações, que ainda demoram demasiado no momento de partir para o ataque. Quanto à pressão alta e à intensidade defensiva no meio-campo, fica evidente que são uma memória do passado. A equipa revela imaturidade. Ainda assim, gostei do acerto defensivo e do atrevimento atacante de Giourkas. Tem que procurar mais vez a linha de fundo e cruzar para a área adversária. Gostei de ver um Diego patrão e mais interventivo no jogo. Luís Fabiano entrou com vontade e mostrou ter um futebol interessante. Maniche e Costinha já são certezas.
Não gostei da apatia de Carlos Alberto (admito que não estava na sua posição natural, o que não serve de desculpa). Nunca conseguiu ultrapassar o adversário. O mesmo pode dizer-se de Quaresma, apesar de dois cruzamentos e de um remate venenosos. Jogadores com esta qualidade não podem passar ao lado do jogo, perder-se em individualismos e têm de trabalhar muito mais para a equipa. Caso contrário, os seus lugares são no banco. Postiga provou ser um trabalhador, mas com pontaria absolutamente desafinada. Sozinho entre três centrais foi incansável e perdulário nos remates à baliza. Pepe está muito verde. Para jogos internacionais deste nível, a experiência de Pedro Emanuel é a melhor opção. Por fim, Hugo Leal não mostra qualidade. Mais valia dar oportunidade a Raul Meireles.

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domingo, setembro 12, 2004

Muito trabalho, muito trabalho

A nossa equipa tem um potencial de crescimento fantástico. Jogadores tão novos como Diego, Quaresma, Carlos Alberto, Postiga e o Pepe dão-nos garantias de que com muito trabalho esta poderá tornar-se, a médio prazo, numa equipa vencedora. Por enquanto, e como se viu no jogo contra o Braga, ainda tem muito a melhorar. É verdade também que a ausência durante duas semanas de muitos jogadores do Porto ao serviço das selecções não ajudou Victor Fernandez a preparar da melhor forma o jogo contra o Braga. Mas isto vai ao sítio. A recuperação de Derlei e a primeira chamada de Luís Fabiano vai ajudar a equipa a crescer nos próximos jogos. Enfim, Victor Fernandez tem muito trabalho pela frente mas estou confiante que tudo vai correr pelo melhor.
Em relação ao jogo de ontem fica o golaço de Maniche, os excelentes apontamentos de Diego e uma boa exibição do Pepe. Ficou ainda um penálti por marcar a favor do F.C. do Porto numa mão deliberada dum jogador arsenalista dentro da sua grande área.

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quarta-feira, setembro 08, 2004

Apoio Mourinho

Quando o melhor treinador português vier ao Dragão com o Chelsea vou recebê-lo com palmas. Não me esqueço que foi com ele como treinador que o F.C. do Porto fez os melhores dois anos da sua existência ganhando uma taça UEFA, uma LIGA DOS CAMPEÕES, dois campeonatos nacionais, uma taça de Portugal e duas supertaças nacionais.

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